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Largo do Machado, 21 · Catete, Rio de Janeiro

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Atendimento

Nutrição Infantil e Adolescente

Acompanhamento do crescimento, desenvolvimento, estado nutricional e hábitos alimentares de crianças e adolescentes.

Cuidar da alimentação também é acompanhar o crescimento e o desenvolvimento.

A infância e a adolescência são períodos de importantes transformações físicas, nutricionais e comportamentais. O acompanhamento nutricional considera o crescimento, o estado nutricional, os hábitos alimentares, a rotina e as necessidades individuais de cada criança ou adolescente.

O objetivo é oferecer um cuidado clínico individualizado, com orientações que respeitem a fase do desenvolvimento e a realidade da família.

Crescimento e avaliação do estado nutricional

A avaliação começa pelo que os números mostram e pelo que eles não mostram. Peso, estatura, índice de massa corporal e velocidade de crescimento são lidos nas curvas, junto com o histórico da criança, a alimentação habitual e o contexto familiar. Uma medida isolada raramente conta a história inteira.

Baixo peso e ganho de peso excessivo

As duas situações merecem atenção, e nenhuma delas se resolve com uma dieta genérica. No baixo peso, é preciso investigar ingestão, apetite, saúde intestinal, exames e possíveis barreiras alimentares. No ganho de peso excessivo, o foco não é proibir alimentos, mas organizar refeições, melhorar a qualidade da oferta e acompanhar o crescimento sem culpa.

Dificuldades alimentares e hábitos alimentares

Recusa de alimentos, pouca variedade, refeições longas, uso de tela para comer e conflitos à mesa são queixas frequentes. O acompanhamento ajuda a entender o que está por trás de cada uma e a construir mudanças possíveis, sem transformar a refeição em disputa.

Constipação e queixas gastrointestinais

Constipação, dor abdominal, refluxo e outros desconfortos podem interferir no apetite e na disposição para comer. Quando esses pontos aparecem, a investigação nutricional caminha junto com o pediatra e, quando necessário, com o gastroenterologista.

Alimentação escolar, rotina e adolescência

A lancheira, o horário da escola e a autonomia do adolescente mudam o que chega ao prato. O plano precisa caber nessa rotina: refeições previsíveis, opções viáveis para o dia a dia e espaço para escolhas sociais, sem dietas restritivas sem indicação.

Em quais situações o acompanhamento nutricional pode ajudar?

Alterações na curva de crescimento, baixo peso, ganho de peso excessivo, alimentação pouco variada, dificuldades na organização das refeições, alterações intestinais e necessidades nutricionais específicas são algumas situações que justificam uma avaliação individualizada.

Como é a consulta

  1. Agendamento e pré-consulta: a família recebe um questionário para compartilhar histórico de saúde, alimentação e principais dificuldades.
  2. Avaliação nutricional: histórico alimentar, rotina, crescimento, saúde intestinal, exames disponíveis e outras condições pertinentes.
  3. Plano individualizado: estratégias nutricionais e orientações práticas de acordo com as necessidades do paciente e a realidade familiar.
  4. Acompanhamento: reavaliações e ajustes conforme a modalidade de atendimento contratada.

Quando procurar

  • Peso ou altura estacionados, ou curva de crescimento que muda de direção.
  • Baixo peso, ganho de peso excessivo ou preocupação com a composição corporal.
  • Alimentação pouco variada, recusa persistente ou conflitos frequentes à mesa.
  • Constipação, dor abdominal ou outras queixas gastrointestinais relacionadas à alimentação.
  • Necessidades nutricionais específicas, exames alterados ou acompanhamento de condições clínicas.

Perguntas frequentes

A partir de que idade o acompanhamento pode começar?

Em qualquer fase da infância ou da adolescência, conforme a necessidade. A avaliação considera a idade, o crescimento, a alimentação habitual e o motivo da consulta.

Meu filho come pouco. Precisa de suplemento?

Não por padrão. Primeiro é preciso entender o que ele come, como está crescendo e se há alguma condição clínica envolvida. Suplementação só entra quando há indicação individual, com avaliação, nunca por conta própria.

Atendem adolescentes?

Sim. A adolescência traz o estirão de crescimento, mudanças na rotina e questões de imagem corporal. O acompanhamento considera essa fase e evita dietas restritivas sem indicação.

A consulta pode ser online?

Sim. A teleconsulta é regulamentada pelo Conselho Federal de Nutricionistas (Resolução CFN nº 760/2023) e pode ser uma boa opção para orientação e acompanhamento, conforme a necessidade de cada caso.

Referências

  • BRASIL. Ministério da Saúde. Guia alimentar para crianças brasileiras menores de 2 anos. Brasília: Ministério da Saúde, 2019.
  • BRASIL. Ministério da Saúde. Guia Alimentar para a População Brasileira. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.

Este conteúdo é educativo e não substitui a avaliação individual. Em caso de dúvidas sobre crescimento, alimentação ou exames, procure um profissional de saúde.

Atualizado em 25/10/2026.

Andréa Cavalcanti, Nutricionista

Andréa Cavalcanti

CRN-4 24100656

Nutricionista especializada em Nutrição Materno-Infantil, Autismo, TDAH e dificuldades alimentares.

Cada história pede um cuidado individualizado

Se a alimentação, o crescimento ou as dificuldades alimentares têm gerado preocupação, uma avaliação pode ajudar a compreender o que está acontecendo e por onde começar.